Integrante da Pastoral da Mulher de Juazeiro participa da 4ª. Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres em Brasília


 
“Não permitir retrocessos!” Com este lema, cerca de três mil mulheres de todo o Brasil reúnem-se para a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (4ª CNPM), realizado de 10 a 12 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DF, que contou com a participação da presidente Dilma Rousseff na cerimônia de abertura.


No encontro, representantes dos 26 Estados e do Distrito Federal debatem avanços relacionados aos direitos das mulheres e fazem o diagnóstico das conquistas obtidas nos últimos anos.
Com o tema “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”, a 4ª CNPM tem como desafio aprofundar a democracia e assegurar a consolidação das políticas já colocadas em prática. Nesta edição, mais de 2,5 mil cidades participaram de conferências municipais e intermunicipais. Todos os Estados e o DF realizaram as suas etapas estaduais.
A pluralidade típica da cultura brasileira esteve presente em todas as etapas da 4ª CNPM. Todas convergiram na defesa de mais direitos no mundo do trabalho, no enfrentamento à violência, mais participação nos espaços políticos, nas decisões, e mais poder para as mulheres. Como resultado, serão feitas recomendações para o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM).
Nesse sentido, a Pastoral da Mulher, Unidade da Rede Oblata no Vale do São Francisco, representada pela pedagoga Joice Oliveira, que atua como educadora social na instituição, se fez presente ao evento, que visa mostrar todo o poder de resistência e de luta das mulheres. Vale ressaltar que, as conquistas da última década permitiram muitos avanços em direitos fundamentais como o acesso à moradia, saúde, educação, trabalho e renda para as mulheres e suas famílias.
O evento, que contou com a participação da Pastoral da Mulher de Juazeiro e de representantes de outras Unidades da Rede Oblata, reafirma o compromisso que a instituição possui de lutar pelos direitos das mulheres, principalmente àquelas vulneráveis ao contexto da prostituição.





 
Fonte: Pastoral da Mulher
 

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